Orlando Portugal

Reformas, Porto do Açu e o risco da perda dos royalties

Estamos vivendo um momento econômico grave, mais nem por isso o comércio, carro chefe das atividades produtivas tem desanimado. O ânimo surge com a premente necessidade de reformas como a da Previdência e a Tributária, sem falar em empreendimentos regionais que certamente vão recuperar a nossa economia em curto prazo.

No final de maio um grupo formado por diretores e associados da Câmara de Dirigentes Lojistas de Campos (CDL) visitou as dependências do Porto do Açu, em São João da Barra, um dos maiores empreendimentos privados em curso no país. A visita a convite da empresa gestora do Porto se constituiu em um briefing no Centro de Convivência do Complexo Portuário, seguido de um tur pelos vários setores onde estão instaladas as empresas que já operam no Açu ou em fase se implantação.

Abordo de um ônibus os empresários eram informados de forma detalhada sobre cada uma delas, desde de atividade principal, nacionalidade, geração de empregos entre outros dados. Essas visitas programadas têm como objetivo aproximar a comunidade regional do Porto do Açu.

Quero frisar que essa não foi a primeira vez que diretores da entidade visitam o Complexo Portuário e que certamente não será a última. Essas visitas tendem a ser constantes até porque o Porto do Açu avança com uma velocidade tão rápida que existem sempre novidades. Não temos dúvidas de que esse empreendimento é a redenção da economia regional, principalmente a de Campos e São João da Barra. Desde o primeiro momento essa casa apoiou a implantação do Porto iniciando um processo de permanente parceria.

Temos que frisar aqui também a nossa preocupação com a possibilidade de Campos e a Região deixarem de receber royalties do petróleo nos atuais níveis, o que seria um desastre. Em setembro o Supremo volta a analisar o projeto que rateia esses recursos com o resto do país. Não resolverá o problema do resto do país, e desculpe-me o trocadilho, mas transformará a região em “resto”.

Estamos juntamente com a Federação das CDL que tem à frente nosso companheiro Marcelo Mérida, as forças políticas e empresariais fluminenses no sentido de que os ministros percebam que a economia do Rio acaba caso tudo isso se configure. É uma luta sem fim.

Orlando Lino Portugal Júnior
Presidente da CDL Campos

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